
Quando uma fase termina e você percebe que não é mais quem você era...
Há momentos em que a vida muda por fora.
Uma separação.
Uma mudança profissional intensa, a saída dos filhos de casa, um luto prolongado que estagnou, uma mudança grande de algo que parecia estável.
Você continua cumprindo compromissos, trabalhando, cuidando das pessoas que ama e seguindo em frente.
Mas algo já não se encaixa da mesma forma.
Talvez você esteja vivendo uma travessia.
Uma fase em que antigas referências deixam de fazer sentido e novas ainda não surgiram com clareza.
Uma fase em que a pergunta não é apenas “o que fazer agora?”, mas também:
“Quem sou eu agora?”

Você está vivendo uma travessia?
Talvez você se reconheça em algumas destas experiências:
• Sente que uma parte importante da sua vida ficou para trás.
• Tem dificuldade de explicar o que está sentindo.
• Sua vida não parece ruim, mas algo dentro de você pede mudança.
• Não quer voltar a ser quem era antes e também não sabe exatamente quem está se tornando.
• Percebe que continua buscando respostas, mas nenhuma parece suficiente.
• Sente que está entre uma história que terminou e outra que ainda não começou.
Se isso faz sentido para você, saiba que não está sozinha...

O caminho...
Algumas crises são processos de reorganização profunda e muitas vezes o que aparece na superfície é apenas o evento visível:
• o fim de um relacionamento;
• uma perda significativa;
• uma mudança de carreira;
• a aposentadoria;
• a saída dos filhos de casa;
• o esgotamento de um papel que foi sustentado durante muitos anos.
Mas por baixo desses acontecimentos costuma existir algo ainda mais profundo:
a necessidade de reconstruir a própria identidade.
A travessia começa quando a vida que organizava quem você acreditava ser já não consegue sustentar quem você está se tornando.

Sobre mim...
Desde 2016 acompanho mulheres em processos de transformação por meio da psicoterapia, de círculos de mulheres, viagens e retiros.
Já atravessei mudanças de carreira, finais de relacionamentos longos e processos de luto que transformaram profundamente minha forma de compreender a vida.
Essas experiências me ensinaram que algumas mudanças pedem tempo, elaboração e espaços seguros onde seja possível escutar o que está emergindo para que padrões não se repitam.
Hoje compartilho com outras mulheres um movimento de retorno onde cada uma possa, aos poucos, voltar a se habitar com mais verdade, autenticidade, autonomia e presença.
Minha atuação integra a Análise Junguiana com práticas corporais e o desenvolvimento da inteligência emocional, criando um espaço onde mente, corpo e emoções podem ser escutados de forma profunda e integrada.
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Acredito que, mesmo nos períodos de maior incerteza, é possível viver com mais clareza, presença e coerência com aquilo que tem verdadeiro significado para cada mulher.
Como podemos caminhar juntas:
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