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A fase de ruptura na jornada da heroína: quando a caçadora segue sozinha

  • Foto do escritor: Lidiane Passos
    Lidiane Passos
  • 17 de jan.
  • 2 min de leitura

Na mata, a caçadora não espera plateia, ela entra em silêncio, fareja o território, caminha com atenção plena, presença e foco no destino.

A caçadora foca no próprio passo, não na aprovação dos outros.

Muitas pessoas esperam companhia para legitimar a própria caminhada.

A rede de apoio é importante sim mas ela não define a caçada.

Há momentos da vida em que a mulher entra numa fase de ruptura. Ruptura com lugares, papéis, vínculos e pessoas que já não condizem com o seu grau de consciência.

Essa fase costuma vir acompanhada de uma sensação profunda de solidão eisso assusta mas também cura.

Cura dependências emocionais.

Cura dependências financeiras.

Cura dependências de seguranças ilusórias que relações invasivas que so tolhem nossa liberdade.

Para você que está neste ponto da jornada, algo importante precisa ser dito com clareza: se não encontrar quem vá com você, vá sozinha. O caminho revela quem realmente importa.

A solidão que aparece nesse momento não é abandono, você poderá ouvir que enlouqueceu mas é uma transição, ela não é permanente, ela se transformará em atutide, em esecolhas melhores e na Vida que você MERECE

É apenas a sua consciência se expandindo e mostrando que os lugares onde você estava já não te cabem mais.

Quando isso acontece, a necessidade de aprovação começa a cair por terra e você passa a se tornar uma buscadora. Buscadora de novos territórios, de novas possibilidades, de espaços mais alinhados com quem você é agora. Mas, acima de tudo, uma buscadora de si mesma.

Porque depois que a gente se perde de si em lugares onde não cabia, é preciso se buscar de novo.

Existem caminhos que pedem silêncio, outros pedem coragem mas todos pedem movimento.

Quem escuta demais por fora, se perde por dentro.

Quem espera alguém para ir, fica parada e caminho parado vira dúvida.

A vida acompanha quem se move.

No meio do caminho, a vida apresenta quem precisa ficar e afasta quem não consegue acompanhar o seu ritmo de consciência. Nem todo encontro é para durar mas todo encontro ensina.

Vá, mesmo sem companhia.

A ancestralidade chama, aintuição guia, a espiritualidade te sustentará.

Nada falha em apresentar encontros a quem honra o caminho.

Quem honra o caminho anda com as próprias pernas, confia em si, confia na vida e confia no sagrado.

Quem honra o caminho nunca anda em vão.


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