Por que mulheres sempre têm recursos para tudo… menos para si?
- 7 de fev.
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Existe um ponto muito importante aqui. Nós fomos educadas para olhar primeiro para as necessidades dos outros, para cumprir a agenda dos outros.
Esse programa é tão encruado em nós, nos ossos, na rotina, na forma de pensar que até o nosso próprio dinheiro, muitas vezes, não é direcionado para a gente.
A gente trabalha muito.
Sustenta a casa.
Cuida de todo mundo.
Resolve tudo.
E quando chega a nossa vez… sempre fica para depois.
Isso não é pessoal, é social, cultural, familiar. São crenças profundas, muitas vezes até religiosas, que moldaram nossa visão, nossa mente e nosso lugar no mundo.
Existe um condicionamento antigo de confinamento da mulher ao lar, que vem desde as origens do patriarcado.
E quando uma mulher começa a olhar para as próprias necessidades, a primeira coisa que surge é:
“Estou sendo egoísta.”
Quando ela começa a dizer não… Quando começa a criar espaço para uma vida própria…
De novo: “Estou sendo egoísta.”
Mas sair desse lugar é parte fundamental do processo de autoamor, aprender a fazer limites, criar bordas, refinar a comunicaçã e scolher com mais consciência as relações que fazem sentido.
Porque quem fica é quem nos ama como realmente somos.
E quem vai… só mostra que ficaria enquanto éramos úteis.
E tudo bem.
É uma peneira natural, um processo de voltar para si.
E de, finalmente, se priorizar e criqar o entorno amoroso que todas merecemos.





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